07/08/2011

Não restam dúvidas


Vitória muito saborosa do Benfica, sobre o Arsenal, naquela que já é uma das Taças de pré-época com mais prestigio na Europa e, certamente, a com mais prestigio em Portugal.

Na primeira parte, com um onze sem muitos dos previsíveis titulares, o Benfica começou por equilibrar o jogo... Até o Arsenal perceber onde tinha vantagem. E essa, claro está, estava no centro do terreno, onde um meio-campo mais compacto do Arsenal foi aos poucos ganhando vantagem sobre um meio-campo menos criativo e mais aberto do Benfica. O golo Inglês apareceu depois de algumas jogadas tiradas a papel químico - transição ofensiva pelo centro sem grande oposição, bola na ala e cruzamento para a área.

Na segunda parte tudo mudou. O Benfica fez entrar mais titulares, e o Arsenal fez sair alguns, apesar de manter em campo estrelas como Jervinho, Rosicky, Ramsey, e fazer entrar outras como Chamakh, Schillaci ou Traore. Com um sistema táctico e intérpretes à imagem do que apresentámos na Turquia, as diferenças começaram desde logo a notar-se, e foi quase com naturalidade que um futebol encarnado mais criativo e dinâmico em todas as suas fases, deu frutos. Primeiro por Aimar, depois pelo inevitável Nolito, o Benfica virou o jogo para 2-1 com dois golos de belo efeito. A Taça ficou justamente em Lisboa, como aliás reconheceu esse Sr. de seu nome Arséne Wenger. Para mim, não restam dúvidas, este (2ª parte) é o caminho.

Individualmente: Gostei muito de Nolito e Witsel; que prometem cada vez mais; Aimar; para quem vão faltando palavras; e Javi Garcia, que deve ter feito a sua melhor segunda parte de há uns bons meses para cá.

BENFICA SEMPRE!!

2 comentários:

Carlos Alberto disse...

Concordo amigo Berrante!

Nolito e ,Witsel são mesmo craques.

Berrante De Encarnado disse...

É verdade, amigo Carlos.

Ambos respiram confiança por todos os lados, e isso é bom.

Cumprimentos benfiquistas