11/02/2013
O mediatismo subiu-te à cabeça e trouxe o que de pior há na tua pessoa cá para fora
Antes de lhe meter a faca quero deixar claro que, na minha opinião, Proença
não foi o principal culpado pelos dois pontos perdidos na Madeira. Fomos nós, Benfica, com uma exibição defensivamente pouco conseguida -- uma estranha
sensação da falta de Jardel, alguém? --, com várias oportunidades de golo feito
desperdiçadas e com alguns dos nossos melhores jogadores em noite bastante
desinspirada, os principais culpados. Agora, que Proença acabou literalmente com o jogo quando nós carregávamos em busca dos três pontos e, por cima, fragilizou-nos injustamente para os próximos encontros, não restam dúvidas.
Dito isto, Pedro Proença, apesar da sua imagem aparentar o contrário, é um árbitro sem classe, sem estofo, sem espinha dorsal e é desconhecedor da lei
do bom senso tão bem interpretada pelos verdadeiros melhores do mundo.
Mostrou-o em Setúbal na semana passada, dentro e fora do relvado, e voltou a mostrá-lo ontem. Quando os olhares e vozes sobre si passam dos exagerados elogios e injustas distinções para a simples constatação do óbvio, o insuportável ego de Proença fá-lo perder a cabeça e, à primeira e única oportunidade, chama
a si o centro das atenções e actua da forma que todos temos visto e ouvido nos últimos tempos. Proença não é, nunca foi e jamais será, o melhor do mundo!! Proença não é, aliás, o menos mau de Portugal. Nenhum (!!), repito, nenhum (!!) árbitro no mundo chega onde ele chegou se tiver a carreira que ele tem, feita de constantes roubos em jogos altamente decisivos, sempre (!!), repito, sempre (!!) em prejuízo e consequente benefício dos mesmos. Fazendo o que Proença tem feito toda a sua carreira ao nível interno, ninguém seria árbitro internacional na maioria dos países europeus, se é que conseguiria ser árbitro. Sim, até em Itália, país onde apesar de tudo vai havendo alguma vergonha na cara. Em Inglaterra Proença seria considerado um árbitro pouco mais que vaidoso e patético. É uma vergonha, não só para a arbitragem como também para o futebol mundial em geral, chamarem um Sr. que fez e continua a fazer o que Proença faz cá dentro, de melhor do mundo. A meia-dúzia de exibições decentes que fez lá fora e em jogos nacionais captados por uma única câmara, de nada lhe valem a não ser para que quem neste país tem a sorte de não ser invisual, olhe ainda mais de
lado para o seu trabalho em Portugal.
Melhor do mundo? Ah... Ah... Deixem-me tentar rir
BENFICA SEMPRE!!
04/02/2013
Três é o número
Três pontos e três golos. Que mais pode um adepto exigir? É certo que a nossa exibição foi um pouco descolorida, mas a competência voltou a estar presente. Enquanto assim for, que se lixem os caprichos. Até porque se há coisa que com certeza não irá faltar ao Benfica de Jesus no futuro, são grandes exibições ao virar das esquinas.
Enzo, à falta de Matic, foi o motor da equipa -- e que motor. Para Lima já não há palavras; além dos muitos e belos golos que vai marcando, está com um sentido colectivo fenomenal. Garay é classe.
BENFICA SEMPRE!!
31/01/2013
Bem encaminhados
Se o Paços de Ferreira já era visto como um adversário de respeito, a nossa tarefa mais difícil seria com as alterações que Jesus promoveu no onze. Não
houve grande nota artística; houve sim a seriedade que nos tem caracterizado este ano e nova vitória que, embora não isenta de alguns percalços defensivos,
assenta-nos bem. Estamos com um pé no Jamor. Se continuarmos a jogar com esta entrega, será preciso uma valente hecatombe para nos impedir de voltarmos a marcar presença numa das mais bonitas festas do futebol português.
Salvio continua a ser decisivo, apesar de eu achar que ele é capaz de ser ainda melhor e mais regular. Lima voltou a marcar e conta já com um número de golos que, tendo em conta que está no primeiro ano de Benfica e tem como colega um goleador chamado Cardozo, é absolutamente memorável. Foi um prazer ver Aimar jogar, ainda que amarrado por falta de ritmo competitivo. Matic cresceu tanto em meio ano que, quando faz jogos normais, já me parecem de grande nível.
BENFICA SEMPRE!!
27/01/2013
Vitória preciosa e borrego morto
Antes de ir ao que achei do jogo, quero naturalmente começar pelo que me parece mais importante: foram três pontos importantíssimos numa das mais complicadas deslocações do Benfica dos últimos tempos, e, por cima disso,
a matança de um borrego que nos fugia há quatro anos.
Gostei francamente da primeira parte. Foi um Benfica diferente, por força do sistema com apenas um avançado que Jesus decidiu lançar. E em boa hora o fez, já que nos primeiros quarenta e cinco minutos, além de alcançarmos uma vantagem de dois golos, controlámos o jogo quase todo com uma boa posse de bola e não permitimos grandes espaços ao adversário, obrigando-o muitas vezes a despejar cruzamentos longos para a nossa área.
A segunda parte foi distinta, com o Braga a conseguir impor mais o seu futebol
e a dominar territorialmente o jogo, embora eu tenha ficado com a ideia de que parte desse domínio era estrategicamente concedido pelo Benfica. Se assim foi, compreende-se perfeitamente uma vez que 0 - 2 em Braga é um resultado óptimo para qualquer equipa de Portugal defender. Pelos três pontos preciosos, pela boa primeira parte e pelo empenho com que os nossos jogadores e técnicos se entregaram ao jogo os noventa minutos, estão todos de parabéns!
Gaitán, Lima e Melgarejo estiveram em grande, em particular o extremo argentino que, enquanto teve pernas, arrancou uma muito boa e inteligente jogatana. Salvio, Matic e Enzo também estiveram bem. Maxi voltou a ser competente... a defender. O capitão esteve seguro e Jardel, tirando um ou dois lances de parvoíce, cumpriu.
BENFICA SEMPRE!!
22/01/2013
Três pontos e o Dia Seguinte
A deslocação a Moreira de Cónegos valeu essencialmente pela soma de mais três pontos. Não era bem este o jogo que esperava ver a uma semana de mais um clássico dos anos recentes, particularmente uma primeira parte que deixou
a ideia de ser uma cópia do Moreirense Vs Benfica da Taça da Liga, sem que a nossa equipa aparentasse ter um antídoto que lhe permitisse superar com maior solidez as dificuldades que nos eram servidas em jeito de Déjà Vu. Justiça seja feita aos nossos jogadores, a quem nada se pode apontar do ponto de vista da entrega e capacidade de luta, virtudes que foram porventura a maior diferença entre o que fizemos neste jogo e o que ( não ) fizemos no empate a contar para
a Taça da Liga. Acabou por ser uma vitória justíssima, sobre tudo pelo que quisemos e tentámos fazer, num jogo que até ao primeiro golo estava difícil.
O programa Dia Seguinte -- que, caso os intervenientes no mesmo andem esquecidos, convém lembrar que não é um blogue ou um café -- anda a ficar
cada vez mais insuportável. E atenção, porque apesar de reconhecer que RGS melhorou imenso na defesa do Benfica perante a escandalosa dualidade de critérios nas análises que fazem aos lances polémicos naquele espaço, não o ilibo de culpas naquilo que para mim têm sido os mais tristes debates desportivos da TV. Mas o que dizer do representante do Sporting? Dias Ferreira é muito rápido a apontar o dedo aos outros quando a conversa não lhe cheira, no entanto continua a demonstrar, programa após programa, que ele é quem não passa de um faccioso e malcriado antiBenfiquista que não distingue entre uma provocação e uma ordinarice. O homem anda de tal forma ultimamente, que parece aqueles putos mimados que estão acostumados a ganhar sempre ao vizinho pouco talentoso, mas que depois amuam e não querem jogar mais quando aparece algum que lhes dê mais luta. Quando Guilherme Aguiar consegue ser o menos insuportável do programa, está tudo dito.
BENFICA SEMPRE!!
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